Turista argentino no Brasil: quanto gasta, onde vai e como receber dele sem cartão internacional
por Naia Nautt ·

Mais de 1 em cada 3 turistas estrangeiros que chegaram ao Brasil em 2025 era argentino.
Foram 3.386.823 visitantes, o equivalente a 36,5% de todas as chegadas internacionais do país. Para hotéis, lojas, atrações e comércios em destinos turísticos, esse público não é nicho. É mercado.
E existe um detalhe comercial especialmente interessante: 36,9% do orçamento do turista argentino vai para varejo e compras, segundo os dados reunidos no artigo original.
O argentino vem para o Brasil com intenção de gastar
O comportamento desse visitante é diferente de outros mercados latino-americanos. Enquanto o chileno concentra mais orçamento em restaurantes e experiências, o argentino se destaca no varejo.
Isso significa oportunidade para lojas, quiosques, feiras, supermercados, comércio de praia e marcas que atuam em destinos turísticos.
Mas intenção de compra não garante venda. O pagamento ainda pode virar uma barreira.
Por que o cartão pode fazer o cliente recuar
No material original, o uso de cartão argentino no Brasil pode representar um acréscimo de até 40% sobre o valor da compra, considerando câmbio aplicado, percepções e spread da bandeira. O percentual pode variar, mas o impacto comercial é fácil de entender.
Uma compra de R$ 500 pode representar algo próximo de R$ 700 para o cliente. Uma diária de R$ 800 pode equivaler a R$ 1.120.
É aí que aparecem comportamentos conhecidos: pedido de desconto em dinheiro, redução de consumo, comparação excessiva de preços e abandono da compra.
O argentino já mudou a forma de pagar
A boa notícia é que o hábito digital já existe. Um levantamento citado no artigo mostra que 70% dos turistas argentinos já utilizam pagamento por QR code durante viagens ao Brasil. Entre os usuários, 96% consideram o método simples e 95% o consideram seguro.
As principais razões ajudam a entender a mudança:
- 80% valorizam não precisar carregar dinheiro ou cartão.
- 73% querem evitar a troca de moeda.
- 72% preferem usar a própria conta digital do país.
- 50% usam o método para controlar melhor o orçamento da viagem.
Onde esse turista mais usa QR code
O uso não fica restrito a hotel ou ticket alto. Os dados do artigo mostram presença forte em supermercados, praias, feiras, pequenos comércios e restaurantes.
Isso muda a lógica para quem vende: o gargalo já não está em convencer o turista a usar pagamento digital. Está em o estabelecimento conseguir aceitar.
Como a Nautt ajuda o negócio brasileiro
Com a Nautt, o turista argentino pode pagar por QR code ou link na moeda dele, enquanto o estabelecimento recebe em reais.
Para o comércio, isso reduz atrito no momento da compra. Para hotelaria, abre espaço para reserva direta. Para agências e receptivos, permite cobrar antes do embarque sem depender exclusivamente de cartão internacional.
E o mesmo ponto pode continuar atendendo o cliente brasileiro com Pix e cartão parcelado, evitando uma solução útil apenas na alta temporada.
A pergunta deixou de ser se o argentino quer pagar por QR
Ele já quer. Ele já usa. A pergunta agora é se o seu ponto de venda está preparado para receber.
Se sua empresa atende turistas argentinos, conheça a Nautt e veja como receber em reais com uma experiência de pagamento mais simples.
Fale com a Nautt!
Fontes citadas no artigo original: Ministério do Turismo, Embratur, Polícia Federal, Mastercard Economics Institute, dados de aeroportos e destinos, Mercado Pago e referências de mercado reunidas no material-base.

Naia Nautt
Lorem Ipsum


